SOB PROTESTOS DOS FIÉIS , PADRE PROÍBE FESTAS COM ÁLCOOL - Atualidades

SOB PROTESTOS DOS FIÉIS , PADRE PROÍBE FESTAS COM ÁLCOOL





Veto a bebidas alcoólicas em festas da paróquia: temperança e fé em apoio ao A.A.
1 | O Brasil nasceu acolitado pela Igreja Católica. Quer dizer: a Igreja é indissociável da nacionalidade, mostra a História; está presente desde o nascimento da Nação, viu o país nascer e acompanhou seu desenvolvimento. Entre trancos e barrancos. Mas acompanhou…
Essa unidade gerou grandes benefícios que hoje podemos avaliar, se ficamos distantes dessa “doença infantil” dos ataques sistemáticos e indiscriminados à instituição religiosa nascida com Pedro.
É bom lembrar que, quando não havia sociedade civil e estado organizados, foi a Igreja Católica, no Brasil, que cuidou dos doentes e desvalidos, nas santas casas de misericórdia e nos orfanatos e asilos; na ausência do Estado, foi quem deu educação e instrução aos brasileiros, por meios de inúmeros colégios mantidos por ordens e congregações religiosas. Educou não só as elites, mas brasileiros de todos estratos sociais. E, quase sempre, com muita qualidade, decorrente, em boa parte, da presença de educadores vindos da Europa e que depois multiplicariam seus conhecimentos na terra adotiva. Sobretudo formando novos mestres.
2 | E mais: a par dessas ações inestimáveis, valiosas, a Igreja – reconheça-se – cometeu pecados, muitos.
Alguns deles, indesculpáveis, como o acoitamento de violências sexuais (pedofilia) em suas hostes clericais; houve o autoritarismo encarnado pelas chamadas autoridades religiosas, interferindo em todos os ângulos da vida do cidadão; outros que persistem até hoje em boa parte das paróquias brasileiras são os das festas religiosas regadas a álcool.
Especialmente na Região Sul do Brasil.
Pois eu quero mostrar uma boa exceção. Trata-se do padre da Paróquia de Lamenha Grande, em Almirante Tamandaré, área de predominância de descendentes de poloneses. Pois o sacerdote da comunidade (de São João Batista) resolveu acabar com as festas da Igreja regada a álcool, em nome da coerência. E raciocinou assim para baixar seu “édito” proibitório: se a paróquia trabalha com os AA (Alcoólicos Anônimos), nada mais correto, então, do que vetar festas com álcool.
- Mas a gritaria dos paroquianos é enorme. Eles não se conformam, há décadas louvam a Deus e seus santos com muito álcool, explica um líder comunitário de Lamenha Grande, francamente a favor da posição assumida pelo vigário, padre Waldecir D’Ávila.
De minha parte, salve o padre Waldecir que, com determinação consuma uma ação de coerência na defesa do homem e mulher integrais. Corpo e alma, os dois, precisam ser cuidados e zelados pela Igreja.
Padre Waldecir é um bom modelo de padre, em tempos do Papa Francisco.
O padre sabe que temperança e fé devem cada vez mais andar juntos.
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