E quando Deus fala sobre aqueles que são como cães que voltam ao vômito? Ele falava de quem - NOTICIAS CATÓLICAS

E quando Deus fala sobre aqueles que são como cães que voltam ao vômito? Ele falava de quem




-- uma vez salvos sempre salvo.
-- e como você é salvo?
-- crendo no nome de Jesus.
-- ah sim. Beleza. E o que é apostasia? É mentirinha da bíblia?
-- apostasia é deixar de ter fé.
-- então se você não tiver mais fé em Jesus você apostatou?
-- sim.
-- e como você é salvo, mesmo? Repete aí.
-- crendo no nome de Jesus.
-- então como você pode estar salvo negando a fé que um dia teve? Ou não tendo mais a fé?
-- ai... é porque a pessoa que apostatou na verdade nunca teve fé...
-- ué, ela apostatou do quê, então? Só se perde o que você tem. Como você perde uma fé que não tem? Existe uma diferença entre apóstata (aquele que deixa a fé) e pagão (aquele que nunca teve a fé). E quando Deus fala sobre aqueles que são como cães que voltam ao vômito? Ele falava de quem?
-- IDOLATRA CATÓLICA PRPOSTITURA DA BABILONIA!!!!!!! LEIA A BIBLIA!!!!!!!! TALQUEI

Pois é. É com isso que lidamos. Um diálogo mequetrefe desses acaba com livros de teologia protestante. Só falta eles aceitarem e essa é a parte difícil.

Por falar nisso, leiam esse artigo https://magisteriotradicaoescrituras.com/2018/07/12/uma-vez-salvo-sempre-salvo-seria-verdadeira-essa-proposicao-protestante/

No original, há uma mesma palavra nos Evangelhos (refiro-me ao texto koiné neotestamentário) para definir, paralelamente, dois estados de espírito que se assemelham em muito no aspecto externo (das práticas visíveis): 1. crença e 2. fé. A crença é um estado intelectual mutável. A fé, não. Ambas se entrelaçam e se distanciam, mais ou menos. O que temos aí, cara Dayane, é apenas um jogo retórico-semântico. Você conversou com um inculto da própria fé... ou crença! rs
Abração.
P.S -- Recomendo este pequeno artigo: http://www.monergismo.com/textos/fe/Significa_Crer_Bahnsen.pdf


No texto ele nem cita a razão. Isso é um debate infinito onde eu só vejo a Igreja sendo coerente. Desculpe, mas é impossível ver sentido nesse intelectualismo cheio de definições pra crença quando não se tem a fé como algo ontológico ("mas como Cristãos, o que entedemos por fé e crença etc"). É necessário um aprofundamento filosófico aí. E isso chega ao fideísmo inevitavelmente. Isso aqui não é um problema filológico, Dayher. Nem de conceitos sobre o que é crença. A crença sobre crença (olha aí) de Calvino já é moderna e cartesiana. E nem é disso que se trata o diálogo. Falta imaginação ao protestante


A falta de fé é covardia mesmo. Simples. Sem definições esquizofrênicas ou jogos intelectuais. Ir pra esse lado é querer disfarçar o óbvio. Quando parte pra filosofia e definições, é sinal que o sujeito nunca viveu a fé e tenta compreênde-la com sua racionalidade medíocre.


Como sempre digo, o problema do protestantismo não é de fé, mas de razão.
Qualquer tese protestante leva ao absurdo.
Em lógica, quando uma proposição leva ao absurdo, é porque é falsa.
O protestantismo massacra a lógica e se contradiz constantemente.
Agora, como convencer alguém pela razão, se ele não usa a razão?
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